Sensações do futuro

Sensações do Futuro 1

Uma exposição inovadora, em que a arte se apresenta sob a forma de cubos e envolve os cinco sentidos. Esta é a proposta da mostra “Sensações do Futuro”, que passou por Xangai e chega agora a São Paulo, no Parque do Ibirapuera, promovida pela marca de materiais de alta performance Saint-Gobain.

A mostra é uma jornada sensorial dividida em quatro grandes cubos visitáveis, separados pelos temas Ver, Ouvir, Colorir e Criar. Ficou curioso? Veja o que você vai encontrar por lá:

Sensações do Futuro 2

Pavilhão Ver: composto externamente por espelhos com LED, se apresenta de duas formas. Durante o dia, as imagens refletidas criam perspectivas diferentes, e as mudanças do tempo, como os raios de sol e as nuvens, servem de pano de fundo para as figuras. À noite, torna-se um cubo de luz com LEDs gráficos que animam sua fachada. No interior, os visitantes mergulham em uma viagem pelos materiais e pela ciência por meio de perspectivas e jogos de luz.

Pavilhão Ouvir: um grande cubo acolchoado que proporciona uma experiência de espacialização sonora, por meio de uma acústica refinada. Sons puros da natureza, o som do mar e até os ruídos urbanos embalam os visitantes em uma viagem interativa por meio da tecnologia.

Sensações do Futuro 3

Pavilhão Colorir: é um carrossel montado com painéis de vidros coloridos e móveis, que forma um grande caleidoscópio e demonstra a convergência entre a luz, as cores e as texturas do vidro, transportando os visitantes a um mundo multicolorido de sonhos.

Pavilhão Criar: por fora, o espaço evoca o movimento de uma escada. À noite, suas bordas são marcadas com luzes de LED e a estrutura revela um movimento futurista.  Dentro, painéis de tecidos luminosos, elaborados em fibra óptica, brincam com a percepção do espaço. No teto, um show de laser anima o visual.

Pavilhão Saint-Gobain: aqui, o público tem a oportunidade de conhecer mais sobre a Saint-Gobain, suas marcas, a tecnologia e a inovação dos materiais para construção e de alta performance do grupo, além de poder navegar pela Exposição Virtual e divertir-se com o Jogo Saint-Gobain.

Serviço:

Exposição Sensações do Futuro

Local: Arena de Eventos do Parque do Ibirapuera – Av. Pedro Álvares Cabral – São Paulo

Data: Até 4 de abril de 2015

Horário: Das 10h às 22h

parqueibirapuera.org

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Casa Nova para a arte

SobreSãoPaulo, de Claudia Jaguaribe

Capa do livro SobreSãoPaulo, de Claudia Jaguaribe

“Box sobre São Paulo” é o nome da mostra que reúne obras produzidas pela artista e fotógrafa Claudia Jaguaribe e acontece na inauguração da Casa Nova, novo espaço de arte de São Paulo, do galerista Adriano Casanova.

Na ocasião, em parceria com a Editora Madalena, também será lançada uma edição exclusiva (com tiragem de 50 unidades) do “box São Paulo”, também de Jaguaribe. Trata-se de uma caixa que contém seus últimos dois livros, “SobreSãoPaulo” e “EntreVistas”, e vem acompanhado de um print especial assinado pela artista.

Imagem do livro EntreVistas

Imagem do livro EntreVistas

Uma amostra das imagens que vêm na caixa estará pelas salas da galeria: a instalação de caixas de luz intitulada “Céu”, e fotografias e objetos de Claudia, que mostram recortes poéticos das formas da metrópole e a reconstroem em múltiplos planos.

Outro destaque desta exposição é a instalação de backlights de grandes dimensões, formados por 27 imagens do céu de São Paulo. “Repensar a cidade e o papel do homem urbano é fundamental para entendermos como funcionamos. Por isso é uma honra receber essa mostra”, diz Adriano Casanova.

Imagem do livro SobreSãoPaulo

Imagem do livro SobreSãoPaulo

Serviço:

Mostra “Box Sobre São Paulo”, de Claudia Jaguaribe

Local: Casa Nova – Rua Chabad, 61 – São Paulo

Data: De 22 de março a 14 de abril de 2015

Horário: De terça-feira a sexta-feira, das 13h às 18h

Fone: 11 2305 2427

nacasanova.com.br 

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A arte do Brasil junta e misturada

Em 1828, o escritor Mario de Andrade publicou o “Manifesto Antropofágico”, que propunha “alimentar-se de tudo o que o estrangeiro traz para o Brasil, sugar-lhe todas as ideias e uni-las às brasileiras, realizando assim uma produção artística e cultural rica, criativa, única e própria”. Impossível não lembrar desta fase do Movimento Modernista agora. Afinal, “quem mestiçou quem? Como se combinam prazer e dominação? Quais são as diferentes histórias escondidas nesses processos de mestiçagem?” são perguntas que foram o ponto de partida para uma pesquisa extensiva dos curadores Adriano Pedrosa e Lilia Schwarcz, que queriam realizar uma exposição paralela à 31ª Bienal de São Paulo e acharam apoio na figura de Ricardo Ohtake, diretor do Instituto Tomie Ohtake. É claro, o foco foi a produção artística brasileira focada em suas origens.

A mostra foi dividida em seis núcleos: Mapas e Trilhas, Máscaras e Retratos, Emblemas Nacionais e Cosmologias, Ritos e Religiões, Trabalho, Tramas e Grafismos e reúne telas, esculturas, instalações, mapas, artefatos indígenas e africanos, fotos, documentos, textos, vídeos e histórias. Temas, conceitos e linguagens, assim como artistas – nacionais, africanos e ameríndios – se misturam.

As cerca de 400 obras reunidas – originais em todos os suportes e parte das quais inéditas –, são provenientes de 60 importantes acervos nacionais e internacionais, entre os quais Musée Quai Branly, National Museum of Denmark, Instituto de Estudos Brasileiros – IEB/USP, Museu de Arqueologia e Etnologia – MAE/USP, Museu Nacional de Belas Artes, coleções Mario de Andrade, Masp, Biblioteca Nacional, Museu Joaquim Nabuco.

Além dos trabalhos já existentes,  também foram encomendados a artistas obras que serão especialmente realizadas para essa mostra. Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Luiz Zerbini, Thiago Martins de Melo, Dalton Paulo, Sidney Amaral são alguns dos nomes que aceitaram o desafio de produzir trabalhos em diálogo com a temática da exposição. Também foi especialmente confeccionado um novo mapa que traça a rota dos escravos do interior da África para o Brasil, tendo como base um estudo inédito de nosso maior africanista, Alberto Costa e Silva, e produção cartográfica de Pedro Guidara Jr.

Contingente Yanomami, de Adriana Varejão

Contingente Yanomami, de Adriana Varejão

Joaninha, de Luiz Zerbini

Joaninha, de Luiz Zerbini

Alexandrina e sua cidade, de Carybé

Alexandrina e sua cidade, de Carybé

Serviço:

Histórias Mestiças

Local: Instituto Tomie Ohtake – Av. Faria Lima, 201 – São Paulo

Data: de 16 de agosto a 05 de outubro  de 2014

Horário: de terça a domingo, das 11h às 20h

Fone: 11 2245-1900

Entrada franca

institutotomieohtake.org.br 

 

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Mostra com 40 obras de Hermelindo Fiaminghi começa no dia 30 de agosto

O artista paulistano Hermelindo Fiaminghi (1920-2004) achava que não existiam cores mais puras que outras, mas sim um espectro de cores mais ou menos luminosas. Com isto, adotou no início dos anos 60 uma estética que se tornou paradigma de sua arte: a Cor-Luz. Ele a obtinha por meio de retículas feitas individualmente em pincel, o que criava uma nova maneira de compor as imagens, ao invés da tradicional mistura de tintas. E é em torno desta estética que gira a mostra “Hermelindo Fiaminghi – Cor-luz”, em cartaz na Dan Galeria, em São Paulo, a partir de 30 de agosto. Algumas obras do período Concretista (anos 50) também estarão em exibição.

Hermelindo começou sua trajetória como artista gráfico no início dos anos 1940, trabalhando com litografia. No início dos anos 1950, começou a realizar trabalhos abstratos. Neles, revelava a influência que sofrera da arte construtiva, aquela, em que pintura e escultura são pensadas como construções, guardando proximidade com a arquitetura em termos de materiais, procedimentos e objetivos. Porém, o artista Waldemar Cordeiro (1925 – 1973), um dos líderes do movimento construtivista no Brasil, o considerava um intruso. Em 1959, então, ambos rompem relações e nos anos 60, Fiaminghi começa a fase mais prolífica de sua carreira com a fase Cor-Luz, justamente a retratada na exposição em São Paulo.

Alternado IV, têmpera sobre tela, de 1969

Alternado IV, têmpera sobre tela

Corluz número 6387

Corluz número 6387

Corluz número 8945

Corluz número 8945

Corluz número 9002

Corluz número 9002

Retícula Cor Luz Vii, têmpera sobre tela

Retícula Cor Luz Vii, têmpera sobre tela

Círculos com movimento alternado, esmalte sobre madeira

Círculos com movimento alternado, esmalte sobre madeira

Serviço:

Mostra Hermelindo Fiaminghi – Cor-luz

Local: Dan Galeria – Rua Estados Unidos, 1638, São Paulo

Datas: De 30 de agosto a 30 de setembro de 2014

Horário: De segunda a sexta das 10h às 18h. Aos sábados das 10h às 13h

Fone: 11 3083-4600

dangaleria.com.br

 

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“Heróis Urbanos” traz Hulk, Homem de Ferro à São Paulo

Ouça abaixo a matéria que foi ao ar no rádio ou clique aqui para fazer o donwload:

 

Unindo pontos turísticos de São Paulo e personagens famosos dos quadrinhos, a mostra gratuita “Heróis Urbanos” está em cartaz no Espaço Cultural Porto Seguro. A exposição traz 27 painéis com fotografias feitas por Katia Arantes.

As imagens colocam bonecos de famosos super-heróis em locais que são cartões postais de São Paulo como a Ponte Octávio Frias de Oliveira, o Edifício Copan e o Mosteiro de São Bento. As fotos foram feitas com uma lente grande angular e desta forma os personagens parecem ganhar um tamanho real. Na mostra também podem ser conferidas imagens dos bastidores desse trabalho, além de um vídeo sobre o tema.

Segundo Arantes, o conceito da exposição está ligado à luta diária dos trabalhadores da metrópole. “Vivemos em uma cidade com mais de 11 milhões de habitantes que lutam pela sobrevivência. Essas pessoas são heroínas de uma batalha que travam todos os dias. Às vezes, São Paulo pode parecer dura e fria, mas possui uma beleza singular”, afirma a fotógrafa.

Capitão América

Homem Aranha

Homem de Ferro

Homem Morcego

Incrível Hulk

Super Homem

Serviço

Exposição “Heróis Urbanos”, Katia Arantes

Local: Espaço Cultural Porto Seguro – Av. Rio Branco, 1.489 – Campos Elísios – São Paulo

Data: até 28 de julho de 2013

Horário: de terça a sexta, das 10h às 19h; sábado e domingo, das 10h às 17h

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