WGSN aponta tendências para cozinha e banheiro

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Durante o primeiro dia do congresso HomeLife Summit, que aconteceu junto à feira Kitchen & Bath 2012, Andrea Bisker, diretora da WGSN para a América Latina, apresentou macrotendências que devem nortear designers de todo o mundo em suas criações. Ela falou à plateia repleta de arquitetos, empresários, lojistas e designers de interiores sobre as macrotendências de comportamento com foco em cozinha e banheiro.

Principal empresa de pesquisa de comportamento e tendências de estilo do mundo, a WGSN identificou três macrotendências que podem ser resumidas nas palavras presente, passado e futuro: a Idiomatic, com inspiração étnica, é um retorno à tradição; a Story of Now, como o nome sugere, agrega tendências inspiradas nas mudanças do presente; e a Wonderlab tem pegada futurista, com inspiração na ciência.

Explicamos, abaixo, como criar ambientes para cozinhas e salas de banho seguindo essas tendências.

IDIOMATIC

A Idiomatic retorna às raízes. Assim como grande parte dos movimentos atuais em design e lifestyle, ela reflete o pensamento pós-crise: o modelo de mundo massificado não deu certo, então é a hora de resgatar nossos valores e particularidades culturais. Assim, a Idiomatic surge como um novo olhar para o passado, para o regional.

O vídeo da WGSN explica quem é esse cliente e o que ele deseja:

“Vai chegar a hora em que todos vocês gostarão de ser chamados de provincianos”, brinca Andrea. Segundo ela, agora o regional é cool.E para dar esse toque étnico ao ambiente, não basta entender de cor e texturas: é preciso se aprofundar na cultura com a qual está trabalhando, afinal, para diversos povos, as cozinhas e salas de banho são verdadeiros santuários.

“O banheiro Idiomatic tem tudo a ver com prazer, e principalmente com o respeito aos rituais de cada cultura”, explica Andrea. Para montar uma sala de banho que siga essa tendência, invista em azulejos decorativos e materiais que remetam à cultura utilizada como referência.

A cozinha é eclética e traz influências artísticas e artesanais de países mediterrâneos, orientais e tropicais, como Espanha, Marrocos e México. As cores são quentes e os materiais são naturais, como madeira, cerâmica, pedra e metal martelado.

“Mais uma vez os múltiplos são chaves. Elementos tão simples como um bule se transformam em algo decorativo e especial”, explica Andrea. A mesa é o centro dessa cozinha. “Ela é solidamente feita e coberta de tecido desde os caminhos até as mantas. Suas cores vivas, mediterrâneas, melhoram os tons e os sabores dos alimentos”, diz a diretora da WGSN. “O dourado é um elemento super importante na decoração porque ele traz calor do chá à champagne que a gente serve”, completa.

STORY OF NOW

O presente não é um lugar de idealização, e as pesquisas da WGSN identificaram comportamentos que pretendem dar um novo olhar à atualidade, sem exageros ou romantismos. “Esses consumidores são os veneradores da realidade. Eles celebram o real, o mundano, e querem transmitir isso através da forma como se vestem, como vivem. Eles querem analisar a realidade de uma nova forma”, explica Andrea. Assim, não há espaço para grandes idealizações no ambiente que segue esse estilo.

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A estética do Story of Now é industrial. Nos ambientes que seguem essa tendência, o digital encontra o analógico, e materiais naturais são combinados com ferro e metal. Os tons são os ultrapálidos e os neutros, como azuis e verdes suaves, cinzas e rosas cinzentos. O tom de papel branco, fresco, é bem importante para dar leveza à cartela de cores e o cinza é coringa, utilizado para tirar a doçura dos tons pasteis.

Um material muito utilizado para essa tendência, e que dá um aspecto moderno e interessante, é a madeira de papel. Feita de rolos de papel jornal reutilizado, é barata e resistente, e fornece um efeito colorido e delicado ao ambiente.

O banheiro é contemporâneo, com uma leve inspiração retrô. Nele, são misturadas texturas e cores sofisticadas. Os materiais utilizados são nobres, como madeira, cerâmica, pedra, algodão e mármore. As superfícies são lisas ou levemente texturizadas, sem muitos detalhes.

Os têxteis são estampados com listras simples ou desenhos geométricos pintados à mão, e os acessórios são feitos de materiais naturais como pedra, madeira e esponja.

A cozinha tem aspecto modernista industrial e nela se vê a mistura de madeira e metal, cor e laminado. O metal esmaltado é a peça-chave. “A sensação é de uma cozinha moderna, com uma vibe leve retrô e cores naturais, com ocasionais pasteis cinzentos”. Madeiras, metais escovados e fórmicas são predominantes, e os plásticos são usados com textura suave e macia, fosca.

A mesa é montada com materiais naturais que contrastam com cerâmica em cores escuras e profundas. “Texturas e detalhes moldados são importantes, e o natural da madeira e do mármore se destaca numa simplicidade decorativa”, explica Andrea. Os tecidos são simples, como toalhas brancas e azuis e panos desenhados. O azul-escuro é a cor destacada do Story of Now.

WONDERLAB

“A ciência é o saber de verdade. O Wonderlab valoriza o conhecimento raro sobre algum assunto, algo que só é permitido para quem tem um conhecimento profundo sobre alguma coisa”, explica Andrea. “A ciência é a nova fronteira do luxo, tanto para inspiração quanto para desenvolvimento de produtos”, afirma a diretora do WGSN.

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A Wonderlab é a tendência futurista, inspirada na ciência e em ficção científica. Nela, pode-se abusar de cores, formas e de tecnologia. Cores vivas e tons médios são combinados com prata e cinzas neutros. Verdes ácidos, amarelos e azuis devem ser usados sem medo, com o intuito de parecer como se fossem “cores de outra galáxia”, segundo a palestrante. “No Wonderlab, o objetivo é maravilhar, encantar, tirar o consumidor de suas expectativas”.

Os móveis aparecem em tons escuros e brilhantes, e vidros e plásticos em formas irreverentes e tons saturados são essenciais para criar a atmosfera futurista.

O banheiro tem ares de ficção científica moderna. A cor é onipresente e usada em contrastes brilhantes ou em negro, através de blocos monocromáticos. Os materiais são high-tech e o brilho é predominante. Há uso de mosaicos e desenhos que parecem moleculares, obtido com azulejos e toalhas. Os acessórios, feitos de plástico, cerâmica ou vidro, recebem cores saturadas e transparência.

A cozinha é brilhante e de altíssima tecnologia. Uma geladeira de cor forte e tela touch-screen, por exemplo, é a cara do ambiente. Aços inoxidáveis, plásticos, acrílicos, transparências, esmaltes e cerâmicas, aparecem combinados e sempre em tons fortes. No Wonderlab, a cozinha é o espaço de experimentação de cor e forma por excelência.

Divertida, a mesa é repleta de produtos feitos de vidro colorido, que se assemelham a material de laboratório. “A mesa é o espaço para desfrutar de uma diversão sofisticada”, diz Andrea. Deve-se misturar cores, o que pode ser feito combinando diversas vasilhas. Mais uma vez a cor é solida, saturada, e aparece de forma ousada em cerâmicas e utensílios.

*Fotos: Celina Germer

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Reformas na casa de Monica Waldvogel por Antonio Ferreira Junior

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No segundo dia do ciclo de palestras HomeLife Summit pudemos acompanhar um bate-papo intimista entre a jornalista Monica Waldvogel e o arquiteto Antonio Ferreira Junior, que expuseram sua relação cliente x profissional.

Monica, que admite ser maníaca por reformas, conta que há tempos procurava um arquiteto que entendesse suas ideias para a casa. Segundo ela, sua relação com Junior começou por acaso, quando encontrou o arquiteto durante um passeio por Higienópolis, bairro em que ambos moram. “Eu brinco que ele é um arquiteto que eu achei na rua, mas na verdade a admiração que tenho por ele já vinha de páginas e páginas de revistas de decoração”, revela a jornalista.

Após encontrar Junior, Monica não hesitou em convidá-lo para reformar sua cozinha, que não conversava com o resto do apartamento. E o trabalho não parou por aí: o arquiteto também redesenhou a sala e atualmente trabalha no terraço. Durante o processo, a afinidade de gostos fez com que a relação profissional evoluísse para amizade.

A afinidade é essencial para que suas reformas deem certo. “Não tenho medo de derrubar parede, de experimentar cores fortes”, diz. Mas é essa mania de reformar que faz com que a parceria com um arquiteto seja tão importante. “Depois de tanto mexer, percebo que perco a mão completamente!”, explica a jornalista. “Como arquiteto, tento descobrir o máximo sobre o cliente para atingir seu sonho”, afirma Junior. “Mas, sempre que vou à casa da Monica, está tudo diferente!”, brinca.

Os dois concordam que pesquisar o trabalho do arquiteto e contratar um profissional com gosto semelhante é o segredo do sucesso de uma reforma. “O olho do arquiteto na harmonia das cores, na relação de tamanho dos objetos, é imprescindível. E eu aprendi isso errando muito, gastando muito dinheiro”, declara a jornalista. “Às vezes eu chego à casa de amigos que contrataram outros arquitetos e, por conhecer a personalidade da pessoa, não a encontro nenhum momento da casa. É tão esquisito, você pensa ‘por que essa pessoa contratou aquele arquiteto e chegou num resultado desse?’. Precisa haver essa compatibilidade de gostos”, declara Junior.

Serviço

Antonio & Mario Arquitetura

Endereço: Rua Rui Barbosa, 269 – São Paulo

Fone: 11 3289-5066

www.amc.arq.br

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Arquitetura e design no dia a dia por Washington Olivetto

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Na semana passada, o publicitário Washington Olivetto, participou do ciclo de palestras do Home Life Summit durante a Kitchen & Bath Expo. Confira abaixo a entrevista exclusiva que fizemos com essa personalidade obcecada por arquitetura e design.

A que você atribui a ligação entre publicidade e design?

O surgimento das agências de publicidade mais talentosas no Brasil foi muito ligado à preocupação com o design. O Petit (Francesc Petit, um dos fundadores da DPZ), grande diretor de arte, antes da publicidade, trabalhou no escritório do Sérgio Bernardes, que eu conheci por causa dele, assim como o Marcos Vasconcelos. Sabe quem implantou as coisas da Noahno Brasil? A Forma. O Aurélio Martinez Flores veio para o Brasil para fazer a Forma e colocou lá a Adriana Adam. Naquela época, em 1968, a DPZ começava a estar na moda. No livro de Caetano Veloso, “Verdade Tropical”, ele conta que, quando estava fazendo os shows da Rhodia, ia a alguns lugares que lembravam muito a estética das agências. Na verdade, ele se referia a algumas poucas onde havia o seguinte: cadeiras do Mies Vander Rohe, Marcel Breuer, as Barcelonas, as Wassily… Era a estética daquele mundo.

E qual a sua percepção do mercado naquele momento e hoje?

Eu participei dessa história muito intensamente. Para você ter uma ideia, tenho em minha casa um aparador da Andrea Putman, que eu trouxe para o Brasil há cerca de 12 anos. Os meus filhos andaram mexendo e apareceram uns riscos, há alguns anos. Como era belíssimo, a primeira coisa que veio à cabeça da Patrícia Viotti Olivetto, mulher de Olivetto, foi mandá-lo direto para Paris, para ser arrumado na própria Andrea Putman, o que seria uma mão de obra enorme. Mas eu tinha certeza que já deveria haver alguém no Brasil para fazer esse tipo de reparo. Liguei para o Isay Weinfeld, que me garantiu ter o cara que faria uma pintura igual, o seu Tenório. Isso é uma demonstração de uma mudança de mercado monumental que vem ocorrendo.

Qual é o poder da arquitetura e do design na qualidade e bem-estar das pessoas?

É absoluta! O que já foi opcional, hoje é sagrado. Quando fiz a W/Brasil sem paredes, com espaços todos abertos, eu estava reproduzindo em uma agência de publicidade a cultura dos lofts, que hoje está impregnada. Não tenho sala. Fico em um espaço integrado com a criação e tenho uma cadeira ao lado de cada mesa para poder trabalhar com todos os criadores. Esse tipo de interligação deixa o ambiente menos formal e mais igualitário, que é o que se precisa em uma agência. Eu quero que as pessoas tenham relação de intimidade comigo. Eu uso esse poder da arquitetura há muito tempo. Particularmente na DPZ, onde eu iniciei a minha carreira muito cedo, já havia um pouco da cultura de um estúdio de design e tínhamos muito amigos dessa área. Vem desse momento a minha obsessão pelo assunto, que invadiu a minha vida pessoal fortemente. Eu fui morar, muito garoto, no edifício Guaimbê, do Paulo Mendes da Rocha, porque eu gostava de arquitetura e conversava muito sobre isso. Sempre tive altos papos sobre cidades com o Jaime Lerner, que é meu amigo. Agora, é importante “ter olho” para determinadas coisas, saber educar o olhar.

Como você define design, uma vez que tem havido mudanças nesse conceito?

Antes, o foco era um objeto e, hoje, esse conceito é muito mais amplo, está atrelado a comportamento. O design saiu do objeto para invadir o espaço humanitário. A palavra design agora se relaciona, às vezes, às pessoas, a um pedaço do corpo humano ou ao todo. Deixou um contexto para virar genérica.

Dostoievski disse que só a beleza pode salvar o mundo. O filósofo Domenico De Masi discorda, mas acha que influencia. E você?

Eu concordo com o Domenico. Aliás, um dos lugares mais bonitos onde eu já fiz palestra foi em uma catedral, em Ravello, com Domenico. Você se sente Deus fazendo palestra ali, porque não precisa de microfone, a voz ecoa. Depois, fomos beber com Gore Vidal, que com mais de 80 anos tomou cinco Negronisantes no almoço!

Você é um apaixonado por gastronomia…

Eu gosto de comer!

Qual é a importância da ambientação de um restaurante ou de uma cozinha para a degustação de um prato?

Há restaurantes bons que não são esteticamente bonitos, mas hoje são coisas que se misturaram muito. O ruim é quando o quadro estético ultrapassa a comida. Há lugares extremamente adequados, como o Kinoshita, do Murakami. A comida é muito boa e o ambiente e a estética são adequados para aquela comida. Por outro lado, o Bar da Dona Onça é também esteticamente correto para a sua comida.

E na sua casa?

Eu tenho duas cozinhas ótimas orientadas pelo Laurent Suaudeau. Eu não cozinho. Só sei misturar ingredientes bons e caros, aí fica bom, mas isso não é saber cozinhar. Mas eu tenho muitos amigos que cozinham bem. Então, eu tenho uma cozinha voltada para a sala e a outra para o dia a dia. Elas são mais do que precisamos no cotidiano, mas quando vai um cobra desses em casa…

Quem você admira na arquitetura mundial?

Eu acho uma injustiça não morar em uma casa do Renzo Piano, entre os muitos que admiro.

O que acha da população estar deixando de se preocupar com a casa própria apenas no sentido de segurança para olhar mais para a estética, inclusive a classe C?

Isso se percebe em todas as classes. Outro dia jantei na casa de um amigo que demorou cinco anos para ser feita. Ficou linda! E não era a merecida conquista de um homem trabalhador e muito talentoso tendo a sua casa própria grande. Era, além disso, a grande casa benfeita, bem desenhada, com a preocupação com todos os detalhes.

A que você atribui essa mudança de percepção?

À disseminação da informação. Esse é um dos bons quadros de novos valores. Claro que, como tudo, tem uma dosagem correta para isso. Não adianta nada você ser obsessivo por design se sua casa não tiver vida. Uma das grandes preocupações que eu tenho é que as minhas coisas tenham cara de usada.

Foto: Celina Germer

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Kitchen & Bath Expo apoia o projeto social Gastromotiva

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A sétima edição da Kitchen & Bath está engajada com a responsabilidade social dando apoio à organização Gastromotiva que atua na capacitação de jovens possibilitando o ingresso deles no mercado gastronômico.

O responsável pela criação da instituição é o chef e professor de gastronomia, David Hertz. Conversamos com esse empreendedor social, que foi nomeado ao prêmio “Young Global Leaders” pelo Fórum Econômico Mundial de 2012.

Segundo ele, os alunos possuem entre entre 18 e 35 anos, são estudantes ou que já terminaram o ensino médio, de famílias com rendimento abaixo de três salários mínimos, que tenham vocação para cozinha, e principalmente, sejam comprometidos, entusiasmados e tenham apoio de suas famílias.

A partir do momento que começam as aulas, os alunos passam por uma grade curricular com matérias como higiene e segurança alimentar, panificação e confeitaria, cozinha regional brasileira, serviço de mesa, entre outras práticas.  Enquanto nas aulas teóricas são passados valores alinhados com a missão da Gastromotiva que é formar jovens participantes e cidadãos.

O curso dura seis meses, período no qual também passam por um estágio em empresas parceiras. A associação é um verdadeiro caso de sucesso, mais de 150 profissionais já passaram pelo curso e 85% estão empregados. Três aprendizes saíram de lá para trabalhar diretamente com o premiado chef Alex Atala no restaurante D.O.M. e outro ex-aluno partirá para um intercâmbio com chef inglês Jamie Oliver.

Durante a Kitchen & Bath Expo a Gastromotiva estará no estande da redação do Living Design realizando a degustação e venda de geleias que são preparadas durante o curso.

Serviço

Kitchen & Bath Expo

Data: De 20 a 23 de março de 2012

Local: Transamércia Expo Center – São Paulo

Horário: das 10h às 19h

www.kitchenbathexpo.com.br

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NürnbergMesse cria espaço gastronômico com enfoque social na Kitchen & Bath 2012

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A NürnbergMesse, realizadora da Kitchen & Bath 2012, convidou a associação Gastromotiva para apoiar o evento e promover sua causa, que é capacitar jovens e adultos de baixa renda através de cursos gratuitos de gastronomia.

A parceria comprova que a feira se tornou uma expressiva plataforma de inovação e compartilhamento de ideias. “Vamos mostrar que a Kitchen & Bath é uma feira de conceitos e vai apresentar muito mais do que produtos e tendências”, destaca Ligia Amorim, diretora geral da NürnbergMesse Brasil.

“O valores da NürnbergMesse são muito sólidos. Podemos aprender muito com a empresa e trocar muitas experiências. No final, temos relações muito similares, porque estamos tentando influenciar as pessoas a se manter conectadas, mas também olhando ao seu redor”, declara David Hertz, idealizador do projeto Gastromotiva e nomeado Young Global Leader pelo Fórum Econômico Mundial de 2012.

No espaço montado pela Franke, marca de sistemas inteligentes para cozinhas, anexo a redação do Living Design na Kitchen & Bath serão vendidas as famosas geleias preparadas pelos alunos da instituição, além de camisetas com estampa desenvolvida por Alex Atala, apoiador do projeto. A verba arrecadada com as vendas será investida em uma nova turma de alunos em 2012 e em ações da Incubadora de Negócios, que implanta empreendimentos gastronômicos em comunidades.

Criada em 2008, a Gastromotiva capacita jovens e adultos de baixa renda para que eles criem negócios voltados à gastronomia em suas comunidades ou ingressem no mercado gastronômico. O curso, que tem duração de seis meses, já formou 150 profissionais, sendo que 85% estão empregados e alguns já comandam cozinhas. Entre os ex-alunos, há profissionais trabalhando em cozinhas renomadas, como a do restaurante D.O.M., comandada pelo chef Alex Atala.

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