A espetacular arquitetura do futuro

Passa longe daquele cenário que a gente via no desenho animado Os Jetsons. Ou melhor, não muito. Arranha-céus que rotacionam e pontes de linhas futuristas até lembram os cenários criados pela empresa Hannah-Barbera. Mas parques públicos que valorizam a natureza local, edifícios de madeira e fortes pensados para proteger contra desastres naturais não estavam nem nos sonhos mais distantes de William Hanna e Joseph Barbera.

A verdade é que atualmente existem 14 projetos que, de tão visionários, mostram o que será a arquitetura do amanhã, de acordo com o portal americano Huffington Post. E eles são tão inspiradores que a gente resolveu apresentar para você aqui no Living Design. Acompanhe:

1. Pontes sensacionais

Ponte sobre Rio Dragon King Harbour, na China, da NEXT Architects

Ponte sobre Rio Dragon King Harbour, na China, da NEXT Architects

Por que desenhar pontes comuns ou viadutos quando somos capazes de projetar proezas arquitetônicas como esta? Construída para funcionar como uma passarela de pedestres sobre o Rio Dragon King Harbour, na China, ela é resultado do trabalho da Next Architects. Seu projeto envolve três pistas individuais, retorcidas, pairando sobre a paisagem pitoresca de Changsha.

2. Arranha-céus que giram

Arranha-céu que gira, de David Fisher, do Dynamic Architecture

Arranha-céu que gira, de David Fisher, do Dynamic Architecture

Projetado em 2008 por David Fisher, do Dynamic Architecture, este arranha-céu de 80 andares ainda está no papel (sem data para ser construído), mas tem pavimentos que rotacionam, completando um giro de 360 ​​graus a cada 90 minutos. Se o projeto vingar, será o fim da preferência por um apartamento face-norte.

3. Parques fechados

Zaryadye Park, em Moscou, do Diller Scofidio + Renfro

Zaryadye Park, em Moscou, do Diller Scofidio + Renfro

O Zaryadye Park será o primeiro parque público de Moscou a ser construído em mais de 50 anos. A obra é do escritório Diller Scofidio + Renfro (em colaboração com Hargreaves Associates e Citymakers), que propôs este projeto baseado em uma teoria de “Urbanismo Selvagem”, que nada mais é que o conceito de uma paisagem híbrida, onde o natural e o construído coabitam. Na prática, isto significa que o parque contará com quatro tipos de paisagem – tundra, estepes, florestas e zonas úmidas –, que criarão microclimas independentes. Isso dará autonomia ao parque, para que funcione mesmo durante os rigorosos invernos russos.

4. Prédios invisíveis

Celeiro de madeira, em Nova York, do escritório STPMJ

Celeiro de madeira, em Nova York, do escritório STPMJ

A tecnologia que possibilitou o LED pode dar um passo adiante: fachadas high-tech serão praticamente camufladas com imagens que reproduzem o ambiente ao redor do edifício, de acordo com uma matéria transmitida pelo canal de TV CNN. Mesmo indo na contramão da alta tecnologia, estruturas de madeira com filme espelhado, como esta projetada pelo escritório STPMJ, “borram a fronteira perceptiva entre o objeto e o ambiente”, segundo explicam os arquitetos responsáveis.

5. Fortes à prova de desastres naturais

Fortes futuristas do artista Dionisio Gonzalez, pensados para a costa do Alabama

Fortes futuristas do artista Dionisio Gonzalez, pensados para a costa do Alabama

O artista Dionisio Gonzalez projetou fortes futuristas feitos de ferro e concreto, fundindo o papel de artista com o de arquiteto, engenheiro e urbanista. Os edifícios, que misturam os conceitos de casa de praia, bunker e nave espacial, foram concebidos para os moradores de Dauphin Island, ilha de 1.200 habitantes localizada na costa do Alabama, região conhecida por enfrentar furacões catastróficos.

6. Arranha-céus que “trocam a roupa”

Cobertura espelhada para o Burj Khalifa, do Op.En

Cobertura espelhada para o Burj Khalifa, do Op.En

Em Dubai, o Burj Khalifa tem mais de 800 metros divididos entre 160 andares. Mais fascinante que sua estrutura, porém, é a proposta bizarra de uma “roupa” que o cobre com uma caixa gigante de tecido feito de material reflexivo.

O projeto, apelidado de EXO-BURJ, reveste o edifício com uma “roupa” que reflete o cenário urbano ao seu redor, transformando o Burj Khalifa em um enorme espelho.

7. Green power

A usina Wedel Vattenfall na Alemanha será transformada em um novo complexo industrial pelo escritório de arquitetura AZPA

A usina Wedel Vattenfall na Alemanha será transformada em um novo complexo industrial pelo escritório de arquitetura AZPA

As usinas de energia tradicionais ficarão no passado. Então, como aproveitar essas estruturas imensas? Com uma reforma verde, claro, que, além da função estética, vai ajudar a lidar com as emissões de CO2. O escritório de arquitetura AZPA (Alejandro Zaera-Polo Arquitectura) planeja transformar a usina Wedel Vattenfall, na Alemanha, em um complexo industrial envolvido com plantas trepadeiras, que vão absorver as emissões de gás carbônico.

8. Torres Biodegradáveis

A torre circular de tijolos orgânicos e reflexivos projetada pelo The Living

A torre circular de tijolos orgânicos e reflexivos projetada pelo The Living

No início do ano passado o MoMA de Nova York premiou a “torre circular de tijolos orgânicos e reflexivos” Hy-Fi, projetada pelo The Living, na 15 ª edição do Programa Jovens Arquitetos. Seu bio-design incorpora um material totalmente orgânico e apresenta emissões quase nulas de carbono em seu processo de construção.

9. Impressão 3D roubando mercado de decoradores

 Grotesque Digital, de Michael Hansmeyer e Benjamin Dillenburger

Grotesque Digital, de Michael Hansmeyer e Benjamin Dillenburger

Esqueça os decoradores: o futuro do design de interiores está nas mãos da impressão 3D. Temos que agradecer os arquitetos Michael Hansmeyer e Benjamin Dillenburger por esta ideia. Como parte do projeto “Grotesque Digital”, a dupla imprimiu um quarto inteiro, criando um cubo com 16 metros quadrados, decorado para parecer uma catedral futurista. “Digital Grotesque está entre o caos e a ordem, tanto natural como artificial, nem estranho, nem familiar. Todas as referências à natureza ou aos estilos existentes não são integrados no processo de design, mas são evocados apenas aos olhos de quem vê”, explicaram Michael e Benjamin.

10. Piscinas Flutuantes

O Family and Play Lab, em Nova York, dos especialistas em piscinas Archie Lee Coates IV, Dong-Ping Wong e Jeff Franklin

O Family and Play Lab, em Nova York, dos especialistas em piscinas Archie Lee Coates IV, Dong-Ping Wong e Jeff Franklin

O projeto nova-iorquino “Family e PlayLab” planeja trazer um sistema de filtragem gigante para as águas que separam Manhattan do Brooklyn. O projeto tomaria a forma de uma grande piscina flutuante, que deve ser concretizada em 2016. Os especialistas em piscinas Archie Lee Coates IV, Dong-Ping Wong e Jeff Franklin anunciaram em 2013 o início da construção de uma versão experimental da piscina. Com data de lançamento prevista para a metade deste ano, a mini-piscina testará as membranas de filtração nas condições reais do rio.

11. Salas de concerto infláveis

Estrutura Arca Nova, do escultor britânico Anish Kapoor e do arquiteto japonês Arata Isozaki

Estrutura Arca Nova, do escultor britânico Anish Kapoor e do arquiteto japonês Arata Isozaki

Do lado de fora se assemelha a uma grande bolha roxa, mas no interior se parece mais com uma brilhante concha colorida. Trata-se da primeira sala de concertos inflável do mundo, intitulada “Arca Nova”. O escultor britânico Anish Kapoor e o arquiteto japonês Arata Isozaki se uniram para criar a estrutura, destinada a percorrer as áreas do Japão afetadas pelo tsunami de 2011.

“A estrutura define um espaço para a comunidade e para a música em que a cor e forma se unem. Espero que a destruição possa ser superada pela criatividade. A música pode consolar e unir as comunidades”, afirma Kapoor.

12. Arranha-céus de madeira

O maior arranha-céu de madeira do mundo, do CF Møller e do DinnellJohansson

O maior arranha-céu de madeira do mundo, do CF Møller e do DinnellJohansson

Um edifício com 24 andares de madeira pode se tornar realidade se as equipes do CF Møller e do DinnellJohansson prosseguirem com o projeto do maior arranha-céu de madeira do mundo. O projeto foi concebido para o centro da cidade de Estocolmo.

13. Parque-esponja

O Parque Esponja, da empresa de arquitetura paisagística dlandstudio

O Parque Esponja, da empresa de arquitetura paisagística dlandstudio

O Canal Gowanus recebe o escoamento de esgoto de parte da cidade de Nova York. Para transformá-lo em um santuário limpo, a associação Gowanus Canal Conservancy chamou a empresa de arquitetura paisagística dlandstudio para criar um “parque-esponja”. Através de um inovador sistema de limpeza, ele vai retardar, absorver e filtrar o poluído escoamento de esgoto, antes que ele chegue ao canal.

14. Parece ficção científica

O Chaoyang Park Plaza, do MAD

O Chaoyang Park Plaza, do MAD

Em 2014, o escritório de arquitetura chinês MAD revelou imagens do Chaoyang Park Plaza, um centro de arranha-céus, edifícios de escritórios e espaços públicos que imitam a aparência das montanhas, colinas e lagos retratados em pinturas de paisagens chinesas. O complexo está em construção em Pequim e criará um skyline icônico, como se saído diretamente de um filme de ficção científica. “Ao transformar características das clássicas pinturas de paisagem chinesas, como lagos, nascentes, florestas, riachos, vales e pedras, em modernas paisagens da cidade, o espaço urbano cria um equilíbrio entre a alta densidade urbana e a paisagem natural”, descrevem os profissionais do MAD.

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Habitações para surfistas na Espanha

Tarifa é uma charmosa cidade da Andaluzia espanhola, destino de quem ama praia e altas ondas. Foi pensando nisso que a instituição reThinking Competitions criou um concurso internacional com o tema “Habitação temporária para surfistas em Tarifa”. As propostas deveriam ocupar 30 metros quadrados com 100 alojamentos. Entre as 209 apresentadas, conheça os três primeiros colocados:

Primeiro Lugar

The Pop Up Tarifa 

De Verónica Rodríguez Vergara e Carlos Sánchez Sanabria (Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Sevilla, Espanha)

The pop up tarifa, que ficou em 1o lugar

The pop up tarifa, que ficou em 1o lugar

O conceito de que os surfistas têm uma relação especial com a natureza e que estão sempre à procura de lugares dinâmicos e com condições atmosféricas específicas norteou este trabalho. “Propomos um projeto que aparece e desaparece, um não-lugar que necessita de um meio contínuo: obviamente o mar, que é a raiz para todas essas atividades. Sobre o skyline de Tarifa se configura uma paisagem composta por várias camadas. Falamos de uma paisagem artificial e efêmera. Focamos em uma estrutura de bambu articulado e pré-montado que pode ser facilmente dobrado. Essa estrutura é leve e pode ser transportada e rapidamente montada em qualquer parte, sem muitas ferramentas”, explicam os autores Verónica e Carlos.

Segundo Lugar

Jelly Watch

Orit Theuer (Academy of Fine Arts Vienna, Áustria)

 Jelly Watch, que ficou em 2o lugar

Jelly Watch, que ficou em 2o lugar

A ideia da estudante Orit foi criar 28 construções, capazes de abrigar de uma a seis pessoas, que se distribuem pela faixa de terra e são formadas por estruturas que se adaptam às influências ambientais. “Considerando que o público alvo só utilizará os abrigos durante a temporada de surf, busquei minimizar o impacto da estrutura no solo. Usei a topografia para criar o espaço, dedicando áreas mínimas para dormir e guardar os equipamentos esportivos”, explicou.

Terceiro Lugar

Foursquaremeter

Marius Tebart e Rene Kersting (Peter Behrens School of Architecture, Alemanha)

Four Square Meter, que ficou em 3o lugar

Four Square Meter, que ficou em 3o lugar

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Concurso Projetar #10

Projetar.org

Atenção, estudantes, já estão abertas as inscrições para a 10ª edição do Concurso Projetar, que tem o apoio do Living Design. Os três primeiros colocados ganham um total de R$ 5 mil e têm seu trabalho publicado em sites e blogs de alcance nacional.

O tema desta vez é um edifício arquivo que abrigue o acervo de projetos da biblioteca do arquiteto Vilanova Artigas, falecido este ano. A construção será ao lado da FAU- USP e deve ter uma arquitetura de caráter, cujo propósito é preservar e oferecer acesso à memória ali depositada, estabelecendo um diálogo respeitoso com um dos maiores ícones da arquitetura brasileira do século XX.

Para criar seus projetos, os alunos devem observar o contexto em que se situa este concurso. Com o fim da segunda guerra mundial em 1945, o mundo, e o Brasil, entraram em uma fase de pleno crescimento populacional e desenvolvimento econômico. A criação das faculdades de arquitetura e engenharias é consequência direta das condições sociais e econômicas deste período. Após muita discussão sobre o programa das escolas de arquitetura no Brasil, no início da década de 1960, Vilanova Artigas, com apoio de Carlos Cascaldi, inicia o projeto da nova sede da FAU. E agora, os participantes do concurso têm como objetivo aplicar ao espaço construído as inovações do programa do ensino de arquitetura.

Sediando o curso de arquitetura e urbanismo por mais de 50 anos, a FAU USP atualmente abriga em sua biblioteca o maior acervo nas áreas de arte e arquitetura de todo hemisfério Sul. Este acervo está constantemente aumentando, sendo um exemplo recente a doação dos itens do acervo de Vilanova Artigas que ainda estão em posse da família para a biblioteca da USP, pela ocasião do seu centenário. Neste contexto, surge a proposta de criar um novo espaço para melhor acomodar os projetos arquitetônicos ali arquivados, facilitando e fomentando o acesso do público à memória arquitetônica que contêm.

Serviço:

Concurso Projetar #10

Inscrições online até dia 27 de abril de 2015

projetar.org 

 

 

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Uma Ponte-Parque para Florianópolis

Com apoio do Living Design, o portal Projetar.org realiza um concurso mais bacana que o outro, você sabe. O foco é premiar, aperfeiçoar e divulgar o portfolio de estudantes de arquitetura do país todo. O Concurso #009 teve como tema uma ponte-parque para ligar o continente e a ilha de Santa Catarina que tivesse, ainda, um espaço de prática de atividades físicas e lazer. Foram 106 equipes inscritas e 59 projetos entregues. E na semana passada foram divulgados os vencedores. Confira:

1o lugar

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Antônio Carlos de Quadros Gonçalves Neto e Felipe Taroh Inoue Sanquetta

Universidade Positivo – UP – Curitiba/PR

prancha illustrator

Com uma proposta bem diagramada e de fácil compreensão, os estudantes utilizaram elementos obrigatórios em projetos de ponte (neste caso, os arcos estruturais) na forma de elementos de lazer e conexão, e como alternativa para resolver problemas do programa de necessidades, como é o caso dos pontos de ônibus.

2o lugar

Atelier Independente

Eduardo Cezar Kopittke, Rodrigo Steiner Leães e Gabriel Wosiack Teixeira

Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS – Porto Alegre/RS

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De acordo com os jurados, o que chamou a atenção aqui foi a proposta estrutural e o design icônico da ponte, bem como a geometria do parque, que proporciona ao usuário um passeio dinâmico e pouco usual.

3o lugar

Estúdio Linha

Felipe de Azevedo, Italo Rufato Monteiro da Rocha, Gabriel Rao Calux Grossi e Eric de Freitas Bellonsi

Universidade Presbiteriana Mackenzie – São Paulo/SP e de Santo André/SP

prancha illustrator

Merece destaque a geometria de ligação entre as duas orlas, e o fato de a proposta dividir verticalmente as faixas de veículos das de transporte público e de pedestres, e, principalmente, a proposta de turbinas subaquáticas geradoras de energia para a iluminação noturna da ponte.

Menções honrosas

Ok Go!

Vitor Correia Nunes, Yuri Rosenthal Robert e Naiara Yumiko Murakami Dutra da Costa

Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ – Rio de Janeiro/RJ

PRANCHA - SALVEM-ME SEMPRE CMO CS5

É notória a simplicidade da proposta e a qualidade de apresentação de toda a prancha.

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Gabriel Nardelli Araújo

Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG – Nova Lima/MG

prancha illustrator

A menção honrosa deve-se principalmente à originalidade da proposta e à solução de problemas não descritos no edital, relembrando projetos do metabolismo japonês.

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As belas janelas da Divelle

Com o clima temperamental que a gente tem presenciado nos últimos meses, uma janela com desempenho na vedação contra água, resistência ao vento, conforto acústico e térmico é tudo o que se quer em casa, né?

Pois o grupo gaúcho Cinex, conhecido por sua expertise na fabricação de portas para mobiliário, divisórias e complementos em alumínio e vidro, acaba de anunciar uma nova marca, especializada exatamente nisto: a Divelle.

Divelle 2

Nascida em laboratórios italianos, a empresa traz o know-how dos europeus na fabricação de esquadrias supertecnológicas e vidros de segurança. Enquanto as janelas comuns partem de quatro milímetros de vidro, as da Divelle recebem vidros técnicos com laminação dupla, que podem chegar à espessura de 40 milímetros graças a uma composição de vidros laminados 6+6mm, câmara de 18mm e novamente vidros laminados 5+5mm.

A “câmara” que entra aqui é composta de gás argônio, excelente isolante acústico. Já o conforto térmico é decorrente do sistema Thermal Break , que funciona como uma barreira mantendo as faces de alumínio isoladas e retardando a transmissão térmica nos ambientes. Os vidros chamados low-e, que ficam na face externa da janela, ainda ajudam a refletir até 40% da luz solar.

Divelle

“Estamos propondo uma mudança de paradigmas na construção civil. Os detalhes técnicos dos produtos fornecem qualidade superior e alinham tecnologia de ponta à produção sob medida”, explica César Cini, presidente do Grupo Cinex.

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